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Logística

A queda de confiança na indústria e no varejo somada às incertezas econômicas coloca o mercado de transporte em estado de alerta para 2016. Diante dessa perspectiva, é bem provável que empresas dos modais rodoviário, aquaviário e ferroviário iniciem o ano novo com pé no freio quantos aos investimentos.

Um balanço feito pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) aponta que apenas 25,8% dos empresários dos três modais esperam aumento da receita, já antecipando as dificuldades para 2015. A expectativa piorou muito, uma vez que em março esse índice chegava a 43,2%. Conforme o estudo da CNT, a percepção de um próximo ano difícil também se aplica aos empresários do ramo aquaviário e ferroviário. Segundo 82,7% dos empresários houve um aumento nos custos operacionais.

No setor aquaviário, empresas que fazem transporte pela hidrovia Tietê-Paraná, além dos problemas operacionais, ainda enfrentam o desgaste em função da crise hídrica. Sem saber como a situação dos rios estará no próximo ano, empresários não conseguem firmar contratos, após meses com a navegação parada em função da estiagem.

De acordo com o executivo, as negociações para o ano seguinte começam no último trimestre, mas não houve grandes avanços em função dos problemas hídricos do estado. Tradicionalmente as hidrovias que cortam o país carregam milho, celulose, cana-de-açúcar, madeira carvão e adubo.

Ferrovias

Na análise de mercado feita pela CNT, entre os transportadores, os menos pessimistas são os do modal ferroviário, em que 50% dos entrevistados declararam pretender adquirir vagões e/ou locomotivas. Outra questão que preocupa o mercado para o próximo ano é a falta de fé nas ações do governo. Segundo a sondagem, 61,8% dos empresários acreditam que os recursos autorizados pela esfera pública não solucionarão problemas de logística. Como alternativa, 86,8% dos transportadores acreditam que a participação da iniciativa privada como meio de avançar o setor seja o caminho mais adequado nesse momento.

Para alcançar esse objetivo, 54,6% dos empresários apostam que incentivos fiscais podem estimular os investimentos privados necessários. Para 55,1% dos entrevistados pela CNT, no entanto, a aproximação comercial de Brasil e China beneficiará a prestação do serviço de transporte. Para explorar essa e outras oportunidades, você pode contar com o conhecimento, a experiência e a liderança global da BRI Group.

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